quarta-feira, 9 de março de 2011


Vou seguir em frente de mão dada com a esperança e levo a baloiçar perto do coração o colar de recordações. Sentei-me na ponta do paredão, bem perto do mar, quase dentro dele, e fui rasgando uma a uma as magoas, as fotos, as cartas, e lancei nas ondas para que o mar as leve, as purifique e mas devolva. Guarda-las-ei na caixa das recordações.

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