
Hoje apetece-me:
Fugir de casa com a mochila as costas, cheia de doces, pegar na bicicleta enferrujada e andar por aí. Entrar na floresta, enrolar-me num cobertor e sentar-me sobre a relva húmida, fechar os olhos e ouvir a música que me apetecer.
Inalar o cheiro a madeira molhada e sentir as gotas que escorrem das árvores no meu rosto.
Ficar parada, calada, sossegada, embriagada nos meus pensamentos ou pensar em nada. Deitar-me e deixar a minha pele ao vento, a roupa encharcada e o cabelo molhado.
Esfregar os olhos e borratar a maquilhagem, chorar, rir, cantar, gritar.
Ir para um lugar onde não haja lugar para mais ninguém.
Esgravatar a terra com as unhas e sentir a frescura do solo nos dedos e nas palmas das mãos. Rebolar na erva inundada de chuva e esquecer que a aparência é tudo no mundo lá fora, que o cabelo está desarrumado e que os outros vão gozar com o que me apetece fazer.
Esquecer que me importo com o que pensam de mim.
Ser eu mesma sem fingir, sem me esforçar por ser correcta. Não ter que em preocupar com o que digo e se os outros ficam magoados com as minhas acções.
Ficar assim para sempre, enrolada no manto de vegetação, perto do começo de tudo e tão perto do fim.
Não convido ninguém, hoje não há privilegiados, hoje o meu pensamento é MEU!
Fugir de casa com a mochila as costas, cheia de doces, pegar na bicicleta enferrujada e andar por aí. Entrar na floresta, enrolar-me num cobertor e sentar-me sobre a relva húmida, fechar os olhos e ouvir a música que me apetecer.
Inalar o cheiro a madeira molhada e sentir as gotas que escorrem das árvores no meu rosto.
Ficar parada, calada, sossegada, embriagada nos meus pensamentos ou pensar em nada. Deitar-me e deixar a minha pele ao vento, a roupa encharcada e o cabelo molhado.
Esfregar os olhos e borratar a maquilhagem, chorar, rir, cantar, gritar.
Ir para um lugar onde não haja lugar para mais ninguém.
Esgravatar a terra com as unhas e sentir a frescura do solo nos dedos e nas palmas das mãos. Rebolar na erva inundada de chuva e esquecer que a aparência é tudo no mundo lá fora, que o cabelo está desarrumado e que os outros vão gozar com o que me apetece fazer.
Esquecer que me importo com o que pensam de mim.
Ser eu mesma sem fingir, sem me esforçar por ser correcta. Não ter que em preocupar com o que digo e se os outros ficam magoados com as minhas acções.
Ficar assim para sempre, enrolada no manto de vegetação, perto do começo de tudo e tão perto do fim.
Não convido ninguém, hoje não há privilegiados, hoje o meu pensamento é MEU!
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